Dólar: os três cenários para o segundo semestre de 2026
O dólar fechou a semana a R$ 5,14, mas a volatilidade do câmbio ao longo do primeiro semestre — que chegou a R$ 5,60 em março e caiu para R$ 4,98 em maio — mostra como o cenário permanece incerto. Para o segundo semestre, os economistas traçam três cenários possíveis.
Fed corta juros antes do esperado, fluxo de capital para emergentes aumenta, superávit comercial sustentado. Probabilidade: 25%.
Ambiente externo neutro, fiscal brasileiro sob controle, Selic estável. Probabilidade: 55%.
Deterioração fiscal, surpresa inflacionária, tensão geopolítica. Probabilidade: 20%.
O cenário base prevalece na maioria das projeções, mas a margem de erro é alta. O câmbio é o ativo mais sensível ao humor externo e às notícias fiscais domésticas — e ambos podem mudar rapidamente.